sexta-feira, 11 de abril de 2008

NÃO AOS TESTES EM ANIMAIS



Hoje li uma matéria na revista Vida Simples que se chama "Fera Ferida" que fala sobre os testes feitos em animais. Eu amo os bichos, mas nunca fui verificar a fundo essa história. Na matéria eles falam de uma lista que contém as empresas que testam e que não testam seus produtos nos animais. Pensei, taí, vou copiar a lista e divulgar no blog, como forma de divulgar e protestar.
O site é o PEA - Projeto Esperança Animal www.pea.org.br
Eu não pensei que veria tanta crueldade com os animais. Me deu uma dor de estômago, uma vontade chorar, de libertar todos os bichinos que estão lá sendo maltratados, são gatinhos, coelhos, cachorros, macaquinhos. Não quis pôr aqui as fotos, são fortes e dão mais poder aos idiotas que fazem os testes. É muito cruel, é muito triste e é muito revoltante. Não vou mais comprar nada das empresas que fazem teste maldosos, vou divulgar a lista e peço que vcs meus amigos façam o mesmo, pelo menos me ajudem a divulgar a lista das empresas.
A lei brasileira enquadra como crime testes em animais desde que existam alternativas.


NACIONAIS

Assolan (produtos de limpeza)

Marcas: Assolan, Assin

R:"Entendemos perfeitamente sua preocupação com relação à utilização de animais na avaliação de alguns produtos, por outro lado, temos que atender a legislação vigente no país que exige a realização de testes certificados pelo órgão regulamentador ANVISA, responsável pela liberação dos produtos para o mercado."(10/07/06)


Baruel (cosméticos para crianças e produtos de limpeza)

Marcas: Baruel, Bluar, Baruel Kids, Baruel Baby, Polvilh, Sanix, Snoopy, Tennis Pé, Xuxinha

R:"Os testes realizados em nossos produtos obedecem às exigências previstas em Lei. Ressaltamos que os testes em animais, não são regras em nossa empresa, e sim exceções."(29/06/06)


Bombril (produtos de limpeza)

Marcas: Atak, Bombril, Kalipto, Limpol, Mágica, Mon Bijou, No ar, Pinho Bril, Pratice, Radium

R:"A Bombril faz testes com animais para o Registro dos Desinfetantes para cumprir Portaria do Ministério da Saúde."(29/06/06)
Galderma (cosméticos e cuidados pessoais)

Marcas: Aveno, Avicis, Benzac, Cetaphil, Clob-X, Dermax, Dermotivin, Differin, Eryacnen, Galderma, Ionax Scrub, Lactrex, Loceryl, Nutraderm, Nutraplus, Proderm, Proderm, Rosex, Salisoap, Silkis, Soapex, Tetralysal, Tri-Luma

R:"Em atenção ao seu e-mail, informamos que testes clínicos em animais são realizados pela Galderma sempre que são solicitados / exigidos pela Organização Mundial de Saúde de modo a assegurar a Segurança dos Produtos para o uso Humano."(29/06/06)


Rosatex (produtos de limpeza)

Marcas: Urca e Texorin

R:"Nós fazemos teste em laboratório externo, mais informo que os teste de irritabilidade dermica são realizados em coelhos."


Sanol (produtos de limpeza)

Marcas: Sanol, Tot, Plush, Daclor, Sanol Dog, Carrefour, CompreBem, Champion, Dia, Extra, Sendas

R:"Estes testes de irritabilidade são feitos em coelhos de laboratório, informações mais precisas você conseguirá no próprio laboratório, pois nós não fazemos testes em animais internamente." (09/05/06)


Santher (papel higiênico, absorventes e lenços)

Marcas: Kiss, Gala, Personal, Santepel, Snob, Syn

R:"Por respeito a nossos consumidores, estendemos essa recomendação aos demais produtos de nossa empresa, realizando ensaios pré-clínicos chamados de "Irritação Cutânea Primária", "Sensibilização" e "Irritação Cutânea Cumulativa", nos lançamentos dos produtos e todas as vezes que o processo de fabricação sofre alterações. Esses testes são realizados, em laboratório externo, em coelhos albinos, seguindo, ainda, o processo proposto pela portaria MS 1480, que assegura todos os cuidados necessários para que os animais não sejam maltratados." (20/01/06)

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Kiko, o cão Highlander




Kiko se acha imortal.
Só pode ser isso. Já salvei a vida desse cachorro 3 vezes. A primeira já foi relatada nesse blog ano passado, é só procurar pelo título Kiko. Depois disso ele já foi mordido por capivara e arrebentou a cara. Corri, levei pro veterinário e lá vai Kiko ficar internado...Bom, quando ele estava pimpão foi de novo pra praia e pro mato.
No último feriado recebo a notícia de que Kiko, mais uma vez tinha aprontado das suas e claro...tinha sido mordido pela capivara... Toca ir lá buscar o bicho.
O ritual de sempre veterinário, internação e a preocupação, não podia mais deixar o Kiko onde ele estava. Como arrumar um dono pro Kiko?? Porque não basta ser qualquer dono, tem que ser uma pessoa que adore bicho e que eu possa ver de vez em quando, claro!!!
Como tudo na vida tem jeito e eu tenho muita fé, meu querido amigo que ama bicho e que mora no andar de baixo do meu apartamento se compadeu com a história do Highlander caiçara.
Kiko agora tem caminha, ração top premium, ossinhos, mimos mil e de quebra eu ainda passeio com ele toda manhã.
Agora percebo que Kiko não era um cão caiçara, Kiko é um cão urbano. Ele gosta de andar de carro, faz pose no banco de trás, gosta de dar um rolezinho pelas ruas.
Kiko agora é um cão feliz!

domingo, 30 de março de 2008





Ok, eu sou da época do vinil, do LP, do disco...
E lembro muito bem dessas 3 capas, porque elas causavam muito medo nessa pessoa aqui que na época era criança...Já falei que em casa no final de semana tinha música, e ainda bem que era de qualidade, mas convenhamos que uma mulher coberta de insetos é nojento, outra se afogando não é nada animador e 4 cabeças em cima da mesa numa bandeja....hahahahaha!

sábado, 29 de março de 2008





Estou eu trabalhando feito uma louca, atendo o telefone e percebo pela voz que se trata de uma pessoa muito simples me ligando do Mato Grosso, eu acho, me pergunta: "Por que vcs da Cultura não fazem como nos Estados Unidos, Hollywood... e fazem um documentário "Dengue, a terceira guerra mundial"???
Juro por Deusssss.
Dai ele continuou, é porque eu e minha mulher estamos com dengue hemorrágica, e antes eu achava que quem tinha dengue, fazia dengo...mas hj eu sei que isso não é verdade...É brava a coisa...Ela não ataca só pobre não, pega todo mundo, até prefeito. Olha filha, essa coisa de dengue é muito séria, pede pro pessoal ai da Cultura fazer assim um filme e se precisar falar comigo pra dar entrevista tudo bem, meu nome é Valdecir.

Escrevo isso porque fui no blog da minha amiga Fê e vi a indignação dela com a palhaçada lá no Rio... estou aqui pra engrossar o coro. É uma PALHAÇADA, vamos usar nariz vermelho e a roupa do Bozo, aproveita que tem manga e calça comprida...

Um colega de trabalho ligou lá no jornalismo também pra pedir ajuda, diz ele que o vizinho abandonou a casa e que no quintal tem um piscina cheinha de filhotes da Dengue crescendo bem fortinhos...Ligaram para a sub-prefeitura do bairro e tudo que ouviu foi..."Não podemos fazer nada". E ai??? a vizinhança inteira pega Dengue?? Depois não adianta fazer campanha e pedir pra pôr areia no pratinho da planta....

Pior foi a matéria que eu li: "A Justiça do Rio concedeu nesta sexta-feira uma liminar --decisão provisória-- em que obriga as redes públicas de saúde do Estado e do município a socorrerem pacientes com suspeita de dengue."
Ué, se não forem os hospitais públicos que mais vai atender as pessoas que não tem convênio médico?? Diga-se de passagem, a grande maioria?? E por acaso a gente PAGA por esse serviço, não é favor... a gente paga imposto pra cacete...

Sei que não vou fazer um filme hollywwodiano, mas vou fazer a minha parte. Escrevo aqui, fico de olho nas águas paradas e vou sim sugerir matérias no Jornal da Cultura.

domingo, 23 de março de 2008

Alex Webb



The border between the United States and Mexico is more than a theoretical partition that divides the two countries. It is more like a third country itself, a 'border-land' about 2000 miles long and some 10 miles wide; neither the U.S. nor Mexico. It's an entity with its own unique mixed customs, a blend of Mexican and American culture. These border towns are places of perpetual transience, of shifting worlds where the relationship between the two very different countries is continually blurred.

"Crossings" is a book of images taken over a twenty-six year period that explores this borderland, from Tijuana to Brownsville, Texas, from the world of Mexican migrants to the honky-tonk atmosphere of border towns. Through Alex Webb's lenses we see just how porous the cultures, the regions, and the laws actually are.

Hoje eu fui na exposição comemorativa dos 60 anos da Magnum.
A Magnum Photos foi fundada em 1947 pelos fotógrafos de guerra Robert Capa, David “Chim” Seymour, Henri Cartier-Bresson, and George Rodger. É impressionante o poder de uma foto, de todas que estavam lá, a que mais me chamou atenção foi a do fotógrafo Alex Webb. Aqui pequena não consegue passar toda a força que ela tem, mas ali de pertinho....NOSSSSSSA, que foto é essa? Parece sonho, parece cena de filme, parece tudo, menos real. Ela impressiona pelas cores, pela expressão das pessoas e pela atmosfera onírica. Eu chapei. Queria uma dessa bem grande na minha casa.
Fora isso, a exposição de mostra o que está acontecnedo no mundo, ali registrado para sempre, e nem sempre gente gosta do que vê, mas vale a reflexão.
Então ai vai o serviço:

Até o dia 6 de abril acontece a exposição “Magnum 60 anos” na Caixa Cultural da Avenida Paulista, em SP. A mostra reúne imagens históricas dos maiores nomes do fotojornalismo.

terça-feira, 4 de março de 2008

Project Management





Sim, isso mesmo que vcs leram. Euzinha ligada ao mundo da TV estou fazendo MBA nisso dai de nome americano que nada mais é do que "Gestão de Projetos" ou "Gerenciamento de Projetos" pra quem preferir...
Só tive uma aula por enquanto, mas pra minha alegria o pessoal da sala é bem bacana, eu tava achando que só ia ter "feios, sujos e malvados" porque tô fazendo lá na Uninove sabe....o pessoal é bem diferente, tem gente de TI, tem gente de banco, tem gente da Telefonica, tem uns arquitetos, uns advogados tem até um publicitário, mas eu sou o Jack Nicholson do curso..."Um estranho no ninho" porque ninguém de TV faz esse curso, até o professor se espantou, hahahahaha e TV todo mundo acha que tem um glamour....pobresinhos. Bom voltando pra aula eu não tô boiando não, tô bem por dentro do assunto, graças ao curso que fiz na TV desde julho do ano passado. Mas lá a abordagem é diferente, é bacana também, mais ligada a História e isso é bem bacana porque vc contextualiza um monte de coisas. Tem uma linguagem administrativa tb e isso é o legal de ter uma classe com um monte de gente com diferentes perfis. Eu tô bem contente. Temos até um yahoo groups para postar as aulas, já tenho data de entrega de trabalho e data de prova!!!!! Trabalho em grupo, hahahahaha, faz mil anos que eu não sei o que é isso! Já fiz uns amiguinhos e umas aminguinhas. O prof. parece ser bem bacana tb, jovem, vai no pique da galera, ele é PMP que pra gente que não pertence a esse mundo ser PMP não significa porra nenhuma,eu sei!!!! Mas amigas prestigiem porque eu vou me tornar um ser desses e quando eu falar pra vcs que eu virei uma Gerente de Projetos, por favor não me olhem com cara de "what hell is that??" hahahahahahahahahah
Amanhã tem aula e eu ainda não comprei meu caderno e as minhas canetinhas....;(

segunda-feira, 3 de março de 2008

História de uma obsessão





Ela começou a dois anos atrás quando viajei pela primeira vez com o Fabrício, estávamos indo pra Minas e não nos conhecíamos muito bem, na ida falamos a beça, confesso que eu falei mais, porque pra falar mais do que eu só o Grilo falante... Fomos pra Carrancas, delícia de lugar, muita cachoeira, trilhas e claro muita comida boa. De lá decidimos ir pra Tiradentes, cidadezinha que eu ADORO. Lá andamos todas as ruazinhas, fomos nas igrejinhas. Ok, a viagem foi bacana, nos conhecemos melhor, passados alguns dias arrumamos as malas rumo a São Paulo.
Como o caminho de volta era lonnnngo e o canceira era enorme, se fez o silêncio no carro. Foi dai que o Fabrício falou, vamos contar fusca? E eu: "que? como assim?"
Ele: "ué, vc nunca brincou de contar fusca?" "quando vc era criança e viajava vc não brincava de contar alguma coisa na estrada?"
Eu: "Ahhh, contava, mas era cachoeira, pq eu ia pra praia e minha mãe fazia campeonato com minhas irmãs e eu pra ver quem contava mais..."
Ele: " então, é a mesma coisa, só que a gente tem que contar fusca".
Topei a brincadeira e conforme fui achando os fuscas escondidos nas cidadezinhas por onde passávamos, fui me empolgando e já estava ganhando disparado quando o Fabricio falou, "tá tá vc ganhou" hahaha ela tava bravo, eu acabei com a brincadeira, tava uns 1000 fuscas pra mim e uns 7 pra ele.
Tudo isso pra contar que a partir desse dia eu me tornei uma viciada em fusca. Toda vez que viajo, eu conto, mesmo que seja só pra mim, hahahaha. Mas o problema é que era só quando eu pegava a estrada, na cidade nem dava bola. Mas agora tá feia a coisa, coincidência ou não, os fuscas estão invadindo São Paulo, pra todo lado que eu olho tem um!!!!!
E agora o vicio se aliou a outra paixão, a fotografia. Vou fotografar os fuscas que cruzarem o meu caminho. Essas duas fotos são as primeiras, mas vcs podem ter certeza, outras virão!!!!
Amigas, se ao lerem isso vcs acharem que o grau de loucura está elevado, por favor, liguem pra Célia minha ex-terapeuta, hahahahaha!